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. 2015 Jul-Aug;41(4):323-30.
doi: 10.1590/S1806-37132015000000025.

Cocaine-induced pulmonary changes: HRCT findings

[Article in English, Portuguese]
Affiliations

Cocaine-induced pulmonary changes: HRCT findings

[Article in English, Portuguese]
Renata Rocha de Almeida et al. J Bras Pneumol. 2015 Jul-Aug.

Abstract

Objective: To evaluate HRCT scans of the chest in 22 patients with cocaine-induced pulmonary disease.

Methods: We included patients between 19 and 52 years of age. The HRCT scans were evaluated by two radiologists independently, discordant results being resolved by consensus. The inclusion criterion was an HRCT scan showing abnormalities that were temporally related to cocaine use, with no other apparent causal factors.

Results: In 8 patients (36.4%), the clinical and tomographic findings were consistent with "crack lung", those cases being studied separately. The major HRCT findings in that subgroup of patients included ground-glass opacities, in 100% of the cases; consolidations, in 50%; and the halo sign, in 25%. In 12.5% of the cases, smooth septal thickening, paraseptal emphysema, centrilobular nodules, and the tree-in-bud pattern were identified. Among the remaining 14 patients (63.6%), barotrauma was identified in 3 cases, presenting as pneumomediastinum, pneumothorax, and hemopneumothorax, respectively. Talcosis, characterized as perihilar conglomerate masses, architectural distortion, and emphysema, was diagnosed in 3 patients. Other patterns were found less frequently: organizing pneumonia and bullous emphysema, in 2 patients each; and pulmonary infarction, septic embolism, eosinophilic pneumonia, and cardiogenic pulmonary edema, in 1 patient each.

Conclusions: Pulmonary changes induced by cocaine use are varied and nonspecific. The diagnostic suspicion of cocaine-induced pulmonary disease depends, in most of the cases, on a careful drawing of correlations between clinical and radiological findings.

Objetivo:: Avaliar achados em TCAR de tórax de 22 pacientes com doença pulmonar induzida pelo uso de cocaína.

Métodos:: Foram incluídos pacientes com idades variando de 19 a 52 anos. As TCAR foram avaliadas por dois radiologistas, de forma independente, e os casos discordantes foram resolvidos por consenso. O critério de inclusão foi a presença de anormalidades na TCAR temporalmente relacionadas ao uso de cocaína, sem outros fatores causais justificáveis.

Resultados:: Oito pacientes (36,4%) apresentavam quadro clínico-tomográfico compatível com "pulmão de crack", e esses casos foram estudados separadamente. Os achados tomográficos predominantes nesse subgrupo de pacientes foram opacidades em vidro fosco, em 100% dos casos; consolidações, em 50%; e sinal do halo, em 25%. Em 12,5% dos casos, observou-se espessamento septal liso, enfisema parasseptal, nódulos centrolobulares e padrão de árvore em brotamento. Dentre os outros 14 pacientes (63,6%), observou-se barotrauma em 3 casos, apresentando-se como pneumomediastino, pneumotórax, e hemopneumotórax, respectivamente. Talcose foi diagnosticada em 3 pacientes, caracterizada como massas conglomeradas peri-hilares, distorção arquitetural e enfisema. Outros padrões encontrados com menor frequência foram pneumonia em organização e enfisema bolhoso, observados em 2 pacientes cada; e infarto pulmonar, embolia séptica, pneumonia eosinofílica e edema pulmonar cardiogênico, em 1 paciente cada.

Conclusões:: As alterações pulmonares induzidas pelo uso de cocaína são múltiplas e inespecíficas, e sua suspeita diagnóstica depende, na maioria dos casos, de uma cuidadosa correlação clínico-radiológica.

PubMed Disclaimer

Figures

Figure 1
Figure 1. "Crack lung". A 24-year-old man with a recent history of crack use. HRCT scan showing consolidations associated with ground-glass opacities.
Figure 2
Figure 2. Barotrauma. A 23-year-old man presenting with chest pain and no history of trauma. The HRCT scan shows free air dissecting into the mediastinal structures and the cervical soft tissues.
Figure 3
Figure 3. Talcosis. A 35-year-old male injection cocaine user. The axial (in A) and sagittal (in B) HRCT scans show bilateral perihilar conglomerate masses, with irregular margins, associated with architectural distortion and hyperlucent areas corresponding to emphysema, predominantly in the upper portions. Small parenchymal nodules can also be seen.
Figure 4
Figure 4. Septic embolism. A 20-year-old male injection cocaine user presenting with fever, cough, and purulent sputum. The HRCT scan shows multiple nodules, some cavitated, in the peripheral lung regions.
Figura 1
Figura 1. "Pulmão de crack". Homem de 24 anos com história de uso recente de crack. TCAR mostrando consolidações associadas a opacidades em vidro fosco.
Figura 2
Figura 2. Barotrauma. Homem de 23 anos que apresentou dor torácica sem história de trauma. A TCAR mostra o ar livre dissecando as estruturas mediastinais e as partes moles da região cervical.
Figura 3
Figura 3. Talcose. Homem de 35 anos usuário de cocaína por via venosa. As TCAR nos planos axial (em A) e sagital (em B) mostram massas conglomeradas peri-hilares bilaterais, de limites irregulares, associadas a distorção arquitetural e a áreas hipertransparentes que correspondem a enfisema, predominando nas porções superiores. Também são observados pequenos nódulos parenquimatosos.
Figura 4
Figura 4. Embolia séptica. Homem de 20 anos usuário de cocaína injetável, apresentando febre, tosse e escarro purulento. A TCAR mostra múltiplos nódulos, alguns deles escavados, nas regiões periféricas dos pulmões.

References

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