Hypertension in patients admitted to clinical units at university hospital: post-discharge evaluation rated by telephone
- PMID: 28444088
- PMCID: PMC5433306
- DOI: 10.1590/S1679-45082017AO3862
Hypertension in patients admitted to clinical units at university hospital: post-discharge evaluation rated by telephone
Abstract
Objective: To characterize hypertensive patients after admission to hospital considering the current status, compliance to treatment, habits and lifestyle, and knowledge and beliefs about the disease.
Methods: This was an exploratory study with 265 hypertensive patients admitted to a medical inpatients unit of a university hospital. Data were collected in an interview over the telephone. The level of significance was set as p<0.05.
Results: It was found that 32% of hypertensive patients had died. One hundred patients were interviewed, mean age of 64.15 (13.2) years, 51% were women, 56% non-white, 51% with primary education, 52% were retired, 13% were smokers, 38% used alcohol, 80% did not perform physical exercise, and the mean body mass index was 35.9 (15.5) kg/m2. The comorbidities were heart problem (52%), diabetes (49%) and stroke (25%). As to antihypertensive treatment, 75% were on use, 17.3% stopped taking them and 21.3% missed visits. The treatment sites were the primary care unit (49%) and hospital (36%). As for knowledge and beliefs, 25% believed hypertension is curable, 77% that treatment should last for the rest of their lives, and hypertension brings complications (84%). A total of 46.7% were controlled. The lack of control was associated (p<0.05) with non-white ethnicity and absence of heart problems.
Conclusion: There were significant deaths occurred after hospitalization and poor control of blood pressure, probably due to inadequate habits and lifestyles and non-compliance to antihypertensive treatment.
Objetivo: Caracterizar hipertensos após internação quanto a condição atual, adesão ao tratamento, hábitos e estilos de vida, e conhecimento e crenças sobre a doença.
Métodos: Estudo exploratório, com 265 hipertensos, após internação em clínica médica de hospital universitário. Os dados foram coletados em entrevista por contato telefônico. O nível de significância foi de p<0,05.
Resultados: Verificou-se que 32% dos pacientes faleceram. Foram entrevistados 100 hipertensos, com média de idade de 64,15 (13,2) anos, 51% eram mulheres, 56% não brancos, 51% com 1o grau de escolaridade, 52% eram aposentados, 13% tabagistas, 38% usavam bebida alcoólica, 80% não realizavam exercícios físicos e o índice de massa corporal médio foi de 35,9 (15,5) kg/m2. As comorbidades foram problema cardíaco (52%), diabetes (49%) e acidente vascular encefálico (25%). Quanto ao tratamento anti-hipertensivo, 75% estavam em uso de medicamentos, 17,3% deixaram de tomá-los e 21,3% faltaram às consultas. O tratamento era feito em unidade básica de saúde (49%) e no hospital (36%). Quanto aos conhecimentos e crenças, 25% acreditavam que hipertensão tinha cura, 77% que o tratamento deveria ser por toda a vida e 84% que a hipertensão trazia complicações. Estavam controlados 46,7% hipertensos. A ausência de controle associou se com etnia não branca e ausência de problemas cardíacos (p<0,05).
Conclusão: Foram expressivas as mortes ocorridas após internação e controle insatisfatório da pressão arterial, provavelmente decorrentes de hábitos e estilos de vida inadequados e não realização adequada do tratamento anti-hipertensivo.
Objetivo: Caracterizar hipertensos após internação quanto a condição atual, adesão ao tratamento, hábitos e estilos de vida, e conhecimento e crenças sobre a doença.
Métodos: Estudo exploratório, com 265 hipertensos, após internação em clínica médica de hospital universitário. Os dados foram coletados em entrevista por contato telefônico. O nível de significância foi de p<0,05.
Resultados:
Verificou-se que 32% dos pacientes faleceram. Foram entrevistados 100 hipertensos, com média de idade de 64,15 (13,2) anos, 51% eram mulheres, 56% não brancos, 51% com 1
Conclusão: Foram expressivas as mortes ocorridas após internação e controle insatisfatório da pressão arterial, provavelmente decorrentes de hábitos e estilos de vida inadequados e não realização adequada do tratamento anti-hipertensivo.
Conflict of interest statement
Conflict of interest: none.
Figures
References
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