VALIDITY AND RELIABILITY OF A NEW TRIAGE SYSTEM FOR PEDIATRIC EMERGENCY CARE: CLARIPED
- PMID: 30540107
- PMCID: PMC6322794
- DOI: 10.1590/1984-0462/;2018;36;4;00017
VALIDITY AND RELIABILITY OF A NEW TRIAGE SYSTEM FOR PEDIATRIC EMERGENCY CARE: CLARIPED
Abstract
Objective: To assess the validity and reliability of a triage system for pediatric emergency care (CLARIPED) developed in Brazil.
Methods: Validity phase: prospective observational study with children aged 0 to 15 years who consecutively visited the pediatric emergency department (ED) of a tertiary hospital from July 2 to 18, 2013. We evaluated the association of urgency levels with clinical outcomes (resource utilization, ED admission rate, hospitalization rate, and ED length of stay); and compared the CLARIPED performance to a reference standard. Inter-rater reliability phase: a convenience sample of patients who visited the pediatric ED between April and July 2013 was consecutively and independently double triaged by two nurses, and the quadratic weighted kappa was estimated.
Results: In the validity phase, the distribution of urgency levels in 1,416 visits was the following: 0.0% red (emergency); 5.9% orange (high urgency); 40.5% yellow (urgency); 50.6% green (low urgency); and 3.0% blue (no urgency). The percentage of patients who used two or more resources decreased from the orange level to the yellow, green, and blue levels (81%, 49%, 22%, and 2%, respectively, p<0.0001), as did the ED admission rate, ED length of stay, and hospitalization rate. The sensitivity to identify patients with high urgency level was 0.89 (confidence interval of 95% [95%CI] 0.78-0.95), and the undertriage rate was 7.4%. The inter-rater reliability in 191patients classified by two nurses was substantial (kw2=0.75; 95%CI 0.74-0.79).
Conclusions: The CLARIPED system showed good validity and substantial reliability for triage in a pediatric emergency department.
Objetivo: Avaliar a validade e a confiabilidade de um sistema de classificação de risco para emergências pediátricas (CLARIPED) desenvolvido no Brasil.
Métodos: Fase de validade: estudo observacional prospectivo em crianças de 0 a 15anos atendidas consecutivamente no serviço de emergência pediátrica (SEP) de um hospital terciário entre 2 e 18de julho de 2013. Avaliou-se a associação dos níveis de urgência com desfechos clínicos (utilização de recursos, taxa de admissão no SEP, taxa de hospitalização e tempo de permanência no SEP); e comparou-se o desempenho do CLARIPED com um padrão de referência. Fase de confiabilidade interobservadores: uma amostra de conveniência de pacientes atendidos entre abril e julho de 2013 foi submetida a duas classificações de risco consecutivas e independentes, e estimou-se o Kappa ponderado quadrático.
Resultados: Em 1.416 atendimentos realizados na fase de validade, a distribuição de níveis de urgência foi: 0,0% vermelho/emergência; 5,9% laranja/muito urgente; 40,5% amarelo/urgente; 50,6% verde/pouco urgente; e 3,0% azul/sem urgência. Ospercentuais de pacientes que usaram dois ou mais recursos diminuíram do nível laranja para o amarelo, verde e azul (81, 49, 22 e 2%, respectivamente, p<0,0001), assim como a taxa de admissão no SEP, o tempo de permanência no SEP e a taxa de admissão hospitalar. Asensibilidade para discriminar pacientes muito urgentes foi de 0,89 (intervalo de confiança de 95%- IC95% 0,78-0,95), e a taxa de subtriagem foi de 7,4%. Aconfiabilidade interobservadores em 191 pacientes classificados por duas enfermeiras foi substancial (kw2=0,75; IC95% 0,74-0,79).
Conclusões: O sistema CLARIPED mostrou boa validade e substancial confiabilidade para classificação de risco em um serviço de emergência pediátrica.
Objetivo:: Avaliar a validade e a confiabilidade de um sistema de classificação de risco para emergências pediátricas (CLARIPED) desenvolvido no Brasil.
Métodos:: Fase de validade: estudo observacional prospectivo em crianças de 0 a 15anos atendidas consecutivamente no serviço de emergência pediátrica (SEP) de um hospital terciário entre 2 e 18de julho de 2013. Avaliou-se a associação dos níveis de urgência com desfechos clínicos (utilização de recursos, taxa de admissão no SEP, taxa de hospitalização e tempo de permanência no SEP); e comparou-se o desempenho do CLARIPED com um padrão de referência. Fase de confiabilidade interobservadores: uma amostra de conveniência de pacientes atendidos entre abril e julho de 2013 foi submetida a duas classificações de risco consecutivas e independentes, e estimou-se o Kappa ponderado quadrático.
Resultados:: Em 1.416 atendimentos realizados na fase de validade, a distribuição de níveis de urgência foi: 0,0% vermelho/emergência; 5,9% laranja/muito urgente; 40,5% amarelo/urgente; 50,6% verde/pouco urgente; e 3,0% azul/sem urgência. Ospercentuais de pacientes que usaram dois ou mais recursos diminuíram do nível laranja para o amarelo, verde e azul (81, 49, 22 e 2%, respectivamente, p<0,0001), assim como a taxa de admissão no SEP, o tempo de permanência no SEP e a taxa de admissão hospitalar. Asensibilidade para discriminar pacientes muito urgentes foi de 0,89 (intervalo de confiança de 95%- IC95% 0,78-0,95), e a taxa de subtriagem foi de 7,4%. Aconfiabilidade interobservadores em 191 pacientes classificados por duas enfermeiras foi substancial (kw2=0,75; IC95% 0,74-0,79).
Conclusões:: O sistema CLARIPED mostrou boa validade e substancial confiabilidade para classificação de risco em um serviço de emergência pediátrica.
Conflict of interest statement
The authors declare no conflict of interests.
Figures
Comment in
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VALIDATION OF SCREENING SYSTEMS IN PEDIATRIC EMERGENCY.Rev Paul Pediatr. 2018 Oct-Dec;36(4):386-387. doi: 10.1590/1984-0462/;2018;36;4;00018. Rev Paul Pediatr. 2018. PMID: 30540105 Free PMC article. No abstract available.
References
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- Hohenhaus SM, Travers D, Mecham N. Pediatric triage: a review of emergency education literature. J Emerg Nurs. 2008;34:308–313. - PubMed
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- Bergeron S, Gouin S, Bailey B, Amre DK, Patel H. Agreement among pediatric health care professionals with the pediatric Canadian triage and acuity scale guidelines. Pediatr Emerg Care. 2004;20:514–518. - PubMed
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