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. 2021 Apr-Jun;33(2):251-260.
doi: 10.5935/0103-507X.20210032.

Predictors of coronary artery disease in cardiac arrest survivors: coronary angiography for everyone? A single-center retrospective analysis

[Article in Portuguese, English]
Affiliations

Predictors of coronary artery disease in cardiac arrest survivors: coronary angiography for everyone? A single-center retrospective analysis

[Article in Portuguese, English]
Joana Rigueira et al. Rev Bras Ter Intensiva. 2021 Apr-Jun.

Abstract

Objective: To identify predictors of coronary artery disease in survivors of cardiac arrest, to define the best timing for coronary angiography and to establish the relationship between coronary artery disease and mortality.

Methods: This was a single-center retrospective study including consecutive patients who underwent coronary angiography after cardiac arrest.

Results: A total of 117 patients (63 ± 13 years, 77% men) were included. Most cardiac arrest incidents occurred with shockable rhythms (70.1%), and the median duration until the return of spontaneous circulation was 10 minutes. Significant coronary artery disease was found in 68.4% of patients, of whom 75% underwent percutaneous coronary intervention. ST-segment elevation (OR 6.5, 95%CI 2.2 - 19.6; p = 0.001), the presence of wall motion abnormalities (OR 22.0, 95%CI 5.7 - 84.6; p < 0.001), an left ventricular ejection fraction ≤ 40% (OR 6.2, 95%CI 1.8 - 21.8; p = 0.005) and elevated high sensitivity troponin T (OR 3.04, 95%CI 1.3 - 6.9; p = 0.008) were predictors of coronary artery disease; the latter had poor accuracy (area under the curve 0.64; p = 0.004), with an optimal cutoff of 170ng/L. Only ST-segment elevation and the presence of wall motion abnormalities were independent predictors of coronary artery disease. The duration of cardiac arrest (OR 1.015, 95%CI 1.0 - 1.05; p = 0.048) was an independent predictor of death, and shockable rhythm (OR 0.4, 95%CI 0.4 - 0.9; p = 0.031) was an independent predictor of survival. The presence of coronary artery disease and the performance of percutaneous coronary intervention had no impact on survival; it was not possible to establish the best cutoff for coronary angiography timing.

Conclusion: In patients with cardiac arrest, ST-segment elevation, wall motion abnormalities, left ventricular dysfunction and elevated high sensitivity troponin T were predictive of coronary artery disease. Neither coronary artery disease nor percutaneous coronary intervention significantly impacted survival.

Objetivo: Identificar os preditores de doença arterial coronária em sobreviventes à parada cardíaca, visando definir o melhor momento para realização de angiografia coronária e estabelecer o relacionamento entre doença arterial coronária e mortalidade.

Métodos: Este foi um estudo retrospectivo em centro único, que incluiu os pacientes consecutivamente submetidos à angiografia coronária após uma parada cardíaca.

Resultados: Incluímos 117 pacientes (63 ± 13 anos, 77% homens). A maioria dos incidentes de parada cardíaca ocorreu com ritmos chocáveis (70,1%), e o tempo mediano até retorno da circulação espontânea foi de 10 minutos. Identificou-se doença arterial coronária em 68,4% dos pacientes, dentre os quais 75% foram submetidos à intervenção coronária percutânea. Elevação do segmento ST (RC de 6,5; IC95% 2,2 - 19,6; p = 0,001), presença de alterações da contratilidade segmentar (RC de 22,0; IC95% 5,7 - 84,6; p < 0,001), fração de ejeção ventricular esquerda ≤ 40% (RC de 6,2; IC95% 1,8 - 21,8; p = 0,005) e níveis elevados de troponina T de alta sensibilidade (RC de 3,04; IC95% 1,3 - 6,9; p = 0,008) foram preditores de doença arterial coronária; esse último teve baixa precisão (área sob a curva de 0,64; p = 0,004), tendo o nível de 170ng/L como ponto ideal de corte. Apenas elevação do segmento ST e presença de alterações da contratilidade segmentar foram preditores independentes de doença arterial coronária. A duração da parada cardíaca (RC de 1,015; IC95% 1,0 - 1,05; p = 0,048) foi um preditor independente de óbito, e ritmo chocável (RC de 0,4; IC95% 0,4 - 0,9; p = 0,031) foi um preditor independente de sobrevivência. A presença de doença arterial coronária e a realização de intervenção coronária percutânea não tiveram impacto na sobrevivência; não foi possível estabelecer o melhor ponto de corte para o momento da angiografia coronária.

Conclusão: Em pacientes com parada cardíaca, elevação do segmento ST, alterações da contratilidade segmentar, disfunção ventricular esquerda e níveis elevados de troponina T de alta sensibilidade foram preditivos de doença arterial coronária. Nem doença arterial coronária nem a intervenção coronária percutânea tiveram impacto significante na sobrevivência.

Objetivo: Identificar os preditores de doença arterial coronária em sobreviventes à parada cardíaca, visando definir o melhor momento para realização de angiografia coronária e estabelecer o relacionamento entre doença arterial coronária e mortalidade.

Métodos: Este foi um estudo retrospectivo em centro único, que incluiu os pacientes consecutivamente submetidos à angiografia coronária após uma parada cardíaca.

Resultados: Incluímos 117 pacientes (63 ± 13 anos, 77% homens). A maioria dos incidentes de parada cardíaca ocorreu com ritmos chocáveis (70,1%), e o tempo mediano até retorno da circulação espontânea foi de 10 minutos. Identificou-se doença arterial coronária em 68,4% dos pacientes, dentre os quais 75% foram submetidos à intervenção coronária percutânea. Elevação do segmento ST (RC de 6,5; IC95% 2,2 - 19,6; p = 0,001), presença de alterações da contratilidade segmentar (RC de 22,0; IC95% 5,7 - 84,6; p < 0,001), fração de ejeção ventricular esquerda ≤ 40% (RC de 6,2; IC95% 1,8 - 21,8; p = 0,005) e níveis elevados de troponina T de alta sensibilidade (RC de 3,04; IC95% 1,3 - 6,9; p = 0,008) foram preditores de doença arterial coronária; esse último teve baixa precisão (área sob a curva de 0,64; p = 0,004), tendo o nível de 170ng/L como ponto ideal de corte. Apenas elevação do segmento ST e presença de alterações da contratilidade segmentar foram preditores independentes de doença arterial coronária. A duração da parada cardíaca (RC de 1,015; IC95% 1,0 - 1,05; p = 0,048) foi um preditor independente de óbito, e ritmo chocável (RC de 0,4; IC95% 0,4 - 0,9; p = 0,031) foi um preditor independente de sobrevivência. A presença de doença arterial coronária e a realização de intervenção coronária percutânea não tiveram impacto na sobrevivência; não foi possível estabelecer o melhor ponto de corte para o momento da angiografia coronária.

Conclusão: Em pacientes com parada cardíaca, elevação do segmento ST, alterações da contratilidade segmentar, disfunção ventricular esquerda e níveis elevados de troponina T de alta sensibilidade foram preditivos de doença arterial coronária. Nem doença arterial coronária nem a intervenção coronária percutânea tiveram impacto significante na sobrevivência.

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