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. 2024 Sep 23:36:e20240066en.
doi: 10.62675/2965-2774.20240066-en. eCollection 2024.

Clinical practices related to liberation from mechanical ventilation in Latin American pediatric intensive care units: survey of the Sociedad Latino-Americana de Cuidados Intensivos Pediátricos Mechanical Ventilation Liberation Group

[Article in English, Portuguese]
Affiliations

Clinical practices related to liberation from mechanical ventilation in Latin American pediatric intensive care units: survey of the Sociedad Latino-Americana de Cuidados Intensivos Pediátricos Mechanical Ventilation Liberation Group

[Article in English, Portuguese]
Alejandra Retta et al. Crit Care Sci. .

Erratum in

  • ERRATUM.
    [No authors listed] [No authors listed] Crit Care Sci. 2024 Dec 2;36:e20240066enerr. doi: 10.62675/2965-2774.20240066-enerr. Crit Care Sci. 2024. PMID: 39630833 Free PMC article.

Abstract

Objective: To address the current practice of liberating patients from invasive mechanical ventilation in pediatric intensive care units, with a focus on the use of standardized protocols, criteria, parameters, and indications for noninvasive respiratory support postextubation.

Methods: Electronic research was carried out from November 2021 to May 2022 in Ibero-American pediatric intensive care units. Physicians and respiratory therapists participated, with a single representative for each pediatric intensive care unit included. There were no interventions.

Results: The response rate was 48.9% (138/282), representing 10 Ibero-American countries. Written invasive mechanical ventilation liberation protocols were available in only 34.1% (47/138) of the pediatric intensive care units, and their use was associated with the presence of respiratory therapists (OR 3.85; 95%CI 1.79 - 8.33; p = 0.0008). The most common method of liberation involved a gradual reduction in ventilatory support plus a spontaneous breathing trial (47.1%). The mean spontaneous breathing trial duration was 60 - 120 minutes in 64.8% of the responses. The presence of a respiratory therapist in the pediatric intensive care unit was the only variable associated with the use of a spontaneous breathing trial as the primary method of liberation from invasive mechanical ventilation (OR 5.1; 95%CI 2.1 - 12.5). Noninvasive respiratory support protocols were not frequently used postextubation (40.4%). Nearly half of the respondents (43.5%) reported a preference for using bilevel positive airway pressure as the mode of noninvasive ventilation postextubation.

Conclusion: A high proportion of Ibero-American pediatric intensive care units lack liberation protocols. Our study highlights substantial variability in extubation readiness practices, underscoring the need for standardization in this process. However, the presence of a respiratory therapist was associated with increased adherence to guidelines.

Objetivo: Abordar a prática atual de desmame da ventilação mecânica invasiva de pacientes em unidades de terapia intensiva pediátrica, com foco no uso de protocolos, critérios, parâmetros e indicações padronizados para suporte respiratório não invasivo após a extubação.

Métodos: Realizou-se uma busca eletrônica de novembro de 2021 a maio de 2022 em unidades de terapia intensiva pediátrica ibero-americanas. Participaram médicos e terapeutas respiratórios, com um único representante de cada unidade de terapia intensiva pediátrica incluída. Não houve intervenções.

Resultados: A taxa de resposta foi de 48,9% (138/282), representando 10 países ibero-americanos. Em apenas 34,1% (47/138) das unidades de terapia intensiva pediátrica havia protocolos escritos de desmame de ventilação mecânica invasiva, e seu uso estava associado à presença de terapeutas respiratórios (RC 3,85; IC95% 1,79 - 8,33; p = 0,0008). O método mais comum de desmame envolveu uma redução gradual do suporte ventilatório mais um teste de respiração espontânea (47,1%). A duração média da tentativa de respiração espontânea foi de 60 a 120 minutos em 64,8% das respostas. A presença de um terapeuta respiratório na unidade de terapia intensiva pediátrica foi a única variável associada ao uso de um teste de respiração espontânea como o principal método de desmame da ventilação mecânica invasiva (RC 5,1; IC95% 2,1 - 12,5). Os protocolos de suporte respiratório não invasivo não foram usados com frequência após a extubação (40,4%). Quase metade dos respondentes (43,5%) relatou preferência pelo uso de pressão positiva de dois níveis nas vias aéreas como modo de ventilação não invasiva após a extubação.

Conclusão: Uma grande proporção de unidades de terapia intensiva pediátrica ibero-americanas não possui protocolos de desmame. Nosso estudo destaca uma variabilidade substancial nas práticas de prontidão para extubação, ressaltando a necessidade de padronização desse processo. No entanto, a presença de um terapeuta respiratório foi associada a uma maior adesão às diretrizes.

PubMed Disclaimer

Conflict of interest statement

Conflicts of interest: None.

Figures

Figure 1
Figure 1. Discharges per year according to the type of hospital.
Figure 2
Figure 2. Distribution of methods according to the availability of respiratory therapists.
Figura 1
Figura 1. Altas anuais conforme o tipo de hospital.
Figura 2
Figura 2. Distribuição dos métodos conforme a disponibilidade de terapeutas respiratórios.

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